terça-feira, 10 de julho de 2012

BRUCUTU... NUNCA MAIS!

Sêo. Armando Teles, era a pessoa responsável pelo DER-BA e morava na praça da jurema, antiga Rua do motor (pois ali, ficava o motor que iluminava a cidade) e sua Aerowiles branca ficava estacionada na frente, da casa, casa que hoje pertence acho que a Tadeu Azevedo. Deixando luzir ao sol, um certo "BRUKUTU” Acessório cor de prata que ficava encima do capô, com dois furos, de onde sai água que era jogada para lavar o para brisa.. Fato é que: Na época da Jovem Guarda Roberto e Erasmo Carlos, usavam os mesmos pendurado no pescoço. Chegou até nós, jovens da época, que o justo adereço para ser usado e dá sorte, só servia se fosse roubado de algum carro. Eu com minha astucia seguida de idiotice, convoquei a minha turma: Maria Soledade, Zalete, Nurcia Caíres, Vilceia, Zilma Pereira e Inalva Azevedo e Acho que também Ângela Fernandes. O horário seria depois que terminasse a matine de domingo, o carro, o Aerowils de Seu Armando Teles (diretor do Derba) Não deu outra, terminou o filme e lá fomos nós, o sol já estava se pondo e a rua vazia. Tudo conspirava a nosso favor,quando eu toda metida,me jogo encima no capô do carro e arranco o BRUCUTU Só que não contávamos, com Luizinho, que trabalhava no Cine Fátima estivesse presenciar tudo, através de uma janelinha, que tinha na sala de projeção do cinema. Fomos cada uma para suas casas, crentes que estávamos abafando! Geralmente, as famílias que tinham carro, todo final de tarde de domingo, saiam com os mesmos abarrotados de familiares e amigos para passear. O que não foi diferente com seu Armando e sua família naquele domingo. Porém,quando ele foi pegar seu carro, logo deu por falta do danado do Brucutu e começou a comentar. Luizinho como tinha assistido a tudo,foi logo,tratando de dar com a língua nos dentes e quem havia feito a arte.. Seu Armando, no intuito de nos educar, foi bater em nossas casas, e a primeira delas, foi a de Soly Maria da Soledade. Sêo Zé Fiel, (Seu pai) aplicou de pronto seu corretivo e coitada,levou de cara uma boa sova. Depois foi a minha vez:quando vi o carro parando na porta da minha casa, imaginei o quê viria depois, botei sebo nas canelas e tratei logo de me esconder, num quintal que tinha no Hotel, onde era armazenada a lenha para o fogão. E minha mãe caro custou a me encontrar para as devidas providencias e acertos kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. As outas se safaram dessa! Brucutu nunca mais!

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